Unidades de Saúde do município iniciam a vacinação contra HPV para meninos
Fonte: Alessandra Costa Marques/Comunicação/Prefeitura com informações Nota Informativa do Ministério da Saúde
Autor da Foto: divulgação
Todas as Unidades de Saúde de Campo Novo do Parecis já disponibilizam o novo calendário de vacinação do SUS, que contempla que todos os meninos na faixa etária de 12 a 13 anos, recebam a vacina papilomavírus humano (HPV). A vacinação passa a integrar o calendário nacional de vacinação do SUS e gradativamente, a faixa-etária será ampliada até o ano de 2020, com a inclusão de meninos de 9 a 13 anos.
A inclusão dos meninos, de acordo com as orientações do Ministério da Saúde, objetiva um conjunto de ações integradas, com avanço na prevenção. O Ministério ressalta a importância da vacinação do sexo masculino visto que, previne cânceres de pênis e verrugas genitais. Além disso, por serem os homens responsáveis pela transmissão do vírus para suas parceiras, ao receberam a vacina, os mesmos colaborarão com a incidência de câncer de colo de útero e outros tipos de cânceres em mulheres.
A expectativa é de neste primeiro ano, imunizar mais de 3,6 milhões de meninos, além das crianças e jovens de 9 a 26 anos, que vivem com HIV/AIDS, o que corresponde a de 99,5 mil, que também receberão as doses. O esquema vacinal para os meninos contra HPV será de duas doses, com seis meses de intervalo entre elas. Para os que vivem com HIV, a faixa etária é mais ampla (9 a 26 anos) e o esquema vacinal é de três doses (intervalo de 0, 2 e 6 meses). No caso dos portadores de HIV, é necessário apresentar prescrição médica.
Serão adquiridas pelo Ministério da Saúde, seis milhões de doses, o que corresponde a R$ 288,4 milhões.
Para as meninas, a vacina é oferecida desde 2014 pelo SUS e confere a proteção contra quatro subtipos do vírus HPV (6, 11, 16 e 18), com 98% de eficácia para quem segue corretamente o esquema vacinal.
Atualmente, a vacina HPV para meninos é utilizada como estratégia de saúde pública em seis países (Estados Unidos, Austrália, Áustria, Israel, Porto Rico e Panamá). Portanto, o Brasil assegura a sétima posição e a vanguarda na América Latina. A vacina é totalmente segura e aprovada pelo Conselho Consultivo Global sobre Segurança de Vacinas da Organização Mundial de Saúde (OMS).
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