Saúde adverte sobre a Febre Chikungunya, doença parecida com a dengue
Fonte: Alessandra Costa Marques/Comunicação/Prefeitura com Vigilância Ambiental
A identificação de três casos de doença provocada por um vírus que jamais circulou no Brasil colocou o Ministério da Saúde em alerta. Sobretudo porque ela é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo da dengue. A entrada do vírus da febre Chikungunya no País ocorre num momento em que o número de Aedes é elevado em diversos locais.
Segundo o ministério, três brasileiros - um no Rio de Janeiro, e dois moradores de São Paulo - tiveram a febre Chikungunya. A doença se caracteriza por febre alta e dores intensas nas articulações das mãos e pés, que podem se prolongar por até um ano, impossibilitando a pessoa de desenvolver sua rotina.
Informações do Ministério da Saúde é de que tivemos três casos importados. Tudo leva a crer que não houve transmissão no País. Todas as medidas de prevenção, como a busca de focos de mosquito nas proximidades das residências dos pacientes, aplicação de fumacê e rastreamento de novos casos foram feitas por meio do Programa de Controle da Dengue do Ministério da Saúde.
Uma das preocupações das autoridades é que, devido ao grande número de criadouros do Aedes, a doença se instale no País. "A presença do mosquito nos deixa vulneráveis. Quanto menos Aedes nas casas e nos espaços urbanos, menor o risco. Não há vacina contra o Chikungunya".
Os dois homens - um carioca de 41 anos e outro paulista de 55 - voltaram da Indonésia contaminados. O morador do Rio tinha ido ao país asiático surfar. Uma mulher, também paulista, de 25 anos voltou da Índia. A notificação de casos ao ministério é obrigatória e imediata, em até 24 horas.
Em fase de transmissão
Dois dos três pacientes que chegaram ao Brasil com a Chikungunya, um do Rio e um de São Paulo, estavam em fase de transmissão da doença. Ou seja, se fossem picados por um Aedes, eles contaminariam o inseto, que poderia infectar outras pessoas.
Os sintomas da doença aparecem de três a sete dias depois de o paciente ser picado pelo mosquito contaminado. Durante os primeiros cinco dias dos sintomas, se o paciente for picado pelo Aedes aegypti, ele transmite o vírus para o mosquito.
O Diretor de Vigilância Ambiental Sandro Cattaneo reforça que “o mosquito Aedes aegypti é o mesmo transmissor da Dengue, ou seja, temos o vetor em nosso município motivo maior para intensificarmos nossos trabalhos no combate ao mosquito, precisamos muito da conscientização de toda população.“Conseguimos diminuir consideravelmente os casos de Dengue em relação ao ano passado, entretanto não podemos descuidar, as Vigilâncias continuam em alerta.”
No dia 26 de abril a Secretaria Municipal de Saúde estará realizando um D de combate a Dengue, com Pit Stop em alguns pontos da cidade, com entrega de material educativo e orientações.
Casos Dengue 2013 Casos Dengue 2014
|
MÊS |
CASOS NOTIFICADOS DENGUE |
|
JANEIRO |
224 |
|
FEVEREIRO |
184 |
|
MARÇO |
266 |
|
ABRIL |
601 |
|
MAIO |
196 |
|
JUNHO |
49 |
|
JULHO |
13 |
|
AGOSTO |
11 |
|
SETEMBRO |
04 |
|
OUTUBRO |
09 |
|
NOVEMBRO |
25 |
|
DEZEMBRO |
16 |
|
MÊS |
NOTIFICADOS |
|
JANEIRO |
08 |
|
FEVEREIRO |
17 |
|
MARÇO |
15 |
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