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Várias autoridades que fazem parte do GGIM se fizeram presentes, Executivo, Legislativo, Judiciário, secretários municipais, funcionários e população

GGIM de Campo Novo do Parecis realiza reunião extraordinária para discutir solução para os andarilhos

  • Publicado em 19/12/2011

Fonte: Alessandra Costa Marques - Departamento de Comunicação

O GGI realizou na manhã desta segunda-feira (19.12) a segunda reunião extraordinária do ano de 2011 e, na pauta da reunião, sugestões para a problemática dos andarilhos, também conhecidos como moradores de rua. Várias autoridades que fazem parte do GGIM se fizeram presentes, Executivo, Legislativo, Judiciário, secretários municipais, funcionários e população.

 

O Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGI-M) é uma instância colegiada de deliberação que opera por consenso, sem hierarquia e respeitando a autonomia das instituições que o compõem, visando colaborar com a Prefeitura de Campo Novo do Parecis, com fins de desenvolver, avaliar e monitorar os programas e ações estratégicas dirigidas à prevenção e controle da violência e criminalidade no Município

 

Como coordenador da reunião o delegado da Polícia Civil, Dr. Eder Clay de Santana Leal iniciou falando que uma das medidas seria tentar coibir a venda de bebida alcoólica. O capitão da Polícia Militar do Município, Lupércio Cabral, também coordenando a reunião citou todos os problemas e as ações já realizadas pela PM com os andarilhos. O Secretário Municipal de Trabalho e Assistência Social, Claudiomiro Bottin, explicou que o problema é público e desabafou: “Eu infelizmente não vejo saída. Esse é um problema de alta complexidade e precisa não somente da ação dos órgãos públicos, mas, da sociedade em geral, pois é um problema social. Já realizamos várias ações em conjunto com as polícias Civil e Militar e encaminhamento deles a Casa de Passagem, mais eles não ficam e acabam migrando para outros lugares”, desabafou o secretário.

 

O Promotor de justiça Dr. Luiz Augusto Ferres Shmidt, explicou que não há medidas legais a serem adotadas nesses casos, e que campanhas também não irão solucionar o problema, sendo necessário chegar a medidas práticas como internações compulsórias, porém, essas medidas só são possíveis para aqueles quem tem recursos financeiros para manter o tratamento. O promotor destacou ainda, que essa reunião gerou uma expectativa na população e as autoridades a partir de então serão ainda mais cobrados sobre o assunto.

 

Após longa discussão a definição do GGIM é de duas alternativas, a primeira é de que sejam intensificadas as ações entre Prefeitura Municipal e as Polícias Civil e Militar para retirada desses andarilhos das ruas e, encaminhá-los a Casa de Passagem, como ainda, a busca através de parcerias de um Centro de Internação e Ressocialização, seja ele público ou privado.

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