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Duas advogadas de MT são presas pela Polícia Federal acusadas de envolvimento com o tráfico

  • Publicado em 20/04/2010

Fonte: Assessoria

Autor: Francisco Faiad, Presidente da OAB/MT, confirma as prisões

Duas advogadas foram detidas pela Polícia Federal na Operação Volver, deflagrada na manhã desta sexta-feira(10) nos Estados de Mato Grosso, Goiás, Acre e Espírito Santo. As duas são acusadas de envolvimento com o tráfico de drogas. Uma delas está em Cuiabá, na sede da superintendência da Polícia Federal em Mato Grosso, e a outra, na delegacia da PF em Cáceres (MT). Além da prisão das duas advogadas, outros 37 mandados de prisão estão sendo cumpridos. Entre os suspeitos estão comerciantes, advogados, um servidor público, um militar das forças armadas e presidiários, que cumpriam pena nos presídios de Mato Grosso e Espírito Santo. O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil seccional em Mato Grosso (OAB-MT), Francisco Fraiad, confirmou a prisão das advogadas. Uma delas, segundo ele, seria Kattleen Karitas Oliveira Barbosa Dias. A outra advogada ele identificou apenas como Luci. Ele disse que a instituição impetrou habeas-corpus na Justiça para liberação das advogadas. \\\"A Polícia Federal informou que elas eram agenciadas pelos seus clientes com o tráfico de entorpecentes. Elas negam a acusação e a OAB-MT está do lado das advogadas. A instituição entende que o advogado faz a defesa e não se confunde com o cliente. Não concordamos com a decisão, que é precipitada e inoportuna\\\", disse o presidente da OAB-MT, Francisco Faiad. A polícia também cumpre mandados de busca e apreensão em seis escritórios de advocacia, sendo quatro em Cáceres e dois em Cuiabá. Segundo o presidente da OAB-MT, representantes da ordem acompanham as buscas nos escritórios de advocacia. A PF também realiza apreensões nas cidades de Cáceres (MT), Cuiabá (MT), Uruaçu (GO), Jataí (GO), Rio Branco (AC), Vila Velha (ES) e Viana (ES). Segundo a policia, dos alvos principais da operação, 60% têm passagem pelo mesmo crime e 30% estão presos, mas continuam comandando o tráfico de drogas nos presídios.

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