Casa de passagem atende, cerca de, 25 moradores de rua, diariamente, disponibilizando hospedagem, alimentação e outros atendimentos.
Compromisso Social
Fonte: Carla Londero – Assessoria de Comunicação
Através de uma parceria do Governo Municipal e sua Secretaria de Trabalho e Ação Social e entidades não-governamentais, a Casa de Passagem de Campo Novo do Parecis vem funcionando, desde sua fundação em 2002, atendendo moradores de rua, fornecendo abrigo, banho, alimentação e assistência social.
Acolhendo, cerca de, 25 andarilhos por dia, a Casa de Passagem conta com espaço para 80 pessoas, que colaboram com a manutenção do local, com serviços de limpeza de seus aposentos e plantio de hortas. Assim, o cultivo da terra é utilizado como terapia ocupacional, que colabora com a reabilitação dos hospedados.
A variedade da produção de frutas, verduras e legumes é utilizada para consumo e manutenção da Casa de Passagem, creches e escolas municipais. Hoje são cultivados verduras e legumes como berinjela, couve, cenoura, cebolinha, salsinha, brócolis, couve-flor, tomate, alface, chuchu, abobrinha, dentre outros e frutas como melancia, abacaxi e melão, sem o uso de agrotóxico.
A casa é mantida pelo Chefe de Divisão da Casa de Apoio, Jorge Calgaro, também conhecido como Nico, que mora e cuida da manutenção da Casa de Passagem e dos moradores que por lá passam. “Para que os andarilhos possam se hospedar na Casa de Passagem, é necessário que procurem a Secretaria de Trabalho e Ação Social, para que sejam encaminhados à assistência”, explica Nico.
A importância de destinar estas pessoas à Casa de Apoio está em disponibilizar condições sociais a cada morador e ainda permitir que consigam empregos, visto que diversos empregadores procuram funcionários justamente na casa de passagem.
Assim, situada às margens da BR 235, aproximadamente 8 km do município, a Casa de Passagens é um ponto de encontro e de prestação de serviços sociais, que tem como pretensão condicionar os transeuntes que por lá passam à melhores condições de vida. “É permitido que cada morador fique um período máximo de sete dias na casa. Trabalhamos para proporcionar aos moradores de rua dignidade e esperança, já que lá é possível ter abrigo, alimentação e ainda é um local em que são procurados para trabalhar”, finaliza o Secretário Claudiomiro Bottin.
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