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Blairo Maggi retornou ao comando do Estado de MT nesta segunda(20). Veja

  • Publicado em 20/04/2010

Fonte: Assessoria

Autor: Blairo(a esq)) retornou ao Paiaguás nesta segunda(20)

Ao reassumir o comando do Palácio Paiaguás, nesta segunda-feira(20), o governador Blairo Maggi (PR) encontrou pela frente o desafio de encerrar de vez o impasse que se arrasta em torno da escolha do próximo presidente do PR no Estado. Em linha de confronto, o atual presidente do partido, Moisés Sachetti e o candidato ao Senado, deputado federal Wellington Fagundes se reúnem com Maggi, em horários distintos, numa estratégia que visa respaldo para posições no mínimo divergentes. Nas audiências de queda-de-braço entre os republicanos, caberá ao chefe do Executivo estadual estabelecer normas para por fim ao imbróglio. A crise interna foi gerada após decisão da bancada do PR na Assembleia Legislativa respaldar Wellington para assumir a vaga de Moisés. Sem admitir a recusa pelo nome do parlamentar, Moisés argumenta que a decisão da bancada pré-supõe imposição dos deputados. O dirigente partidário se reuniu com o governador pela manhã, em seu gabinete. Moisés discutiu com Maggi uma data para convocação da executiva regional da legenda onde a pauta principal será a escolha do novo gestor do partido no Estado. Defendendo a necessidade de discussão do tema com as bases do partido, ele classifica a posição da bancada de antidemocrática. No entanto, prefere não apontar nomes que poderiam substituí-lo na gerência da sigla. Enquanto isso, nesta segunda-feira(20), não apenas Wellington como também o líder do governo no Poder Legislativo, Mauro Savi (PR), tentaram convencer o chefe do Executivo estadual a validar a decisão da bancada na Casa de Leis. Mas sôbre essa conversa, nada foi revelado. Mauro e Wellington, que tiveram audiências no período da tarde com Maggi para discutir outros temas, aproveitaram o momento para solicitar encaminhamento para selar entendimento no partido. Mesmo tendo optado por deixar a direção do PR, Moisés destacou que a escolha de seu sucessor só ocorrerá depois de amplas discussões com as bases. No entanto, está se esgotando o prazo anunciado por ele para deixar a direção do partido: no fim de julho. Nesse cenário, o presidente estadual do PR também tenta garantir a permanência na função do atual secretário-geral do partido, Emanuel Pinheiro. De acordo com os critérios impostos pela bancada, Pinheiro terá de ceder seu espaço na legenda, já que menciona disputar as eleições de 2010 em chapa proporcional. Os deputados condicionam os cargos de presidente e de secretário-geral ao compromisso de abrir mão da disputa às proporcionais – ou seja, a disputa por vagas na Assembleia Legislativa ou na Câmara Federal. Inconformado com a linha adotada pela bancada, Pinheiro conta com apoio de um grupo de republicanos não apenas para continuar no cargo como também para oferecer outros nomes para o comando do partido. Ligado a Moisés Sachetti, o prefeito de Água Boa, Maurício Cardoso Tonhá, o Mauríção, é um dos nomes mais cotados para entrar num embate com Wellington, numa guerra aberta pela presidência do partido. O gestor conta ainda com simpatia do diretor-geral do Dnit, Luiz Antônio Pagot (PR) para ocupar o cobiçado posto.

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