A Secretaria Municipal de Saúde, alerta para combate e diagnóstico no tratamento contra a hanseníase.
Fonte: Alessandra Costa Marques/Comunicação/Prefeitura
Autor da Foto: Divulgação
O dia da Hanseníase, instituído pela Organização Mundial de Saúde (OMS), neste dia 25, data para combater essa que é uma das doenças mais antigas e esquecidas pela humanidade, “a hanseníase”. Sem distinção de classe econômica, é uma enfermidade passiva de evolução dentro de casa.
É uma doença que possui sintomas, como: Sensação de formigamento, fisgadas ou dormência nas extremidades; manchas brancas ou avermelhadas, geralmente com perda da sensibilidade ao calor, frio, dor e tato; áreas da pele aparentemente normais que têm alteração da sensibilidade e da secreção de suor; caroços e placas em qualquer local do corpo; diminuição da força muscular (dificuldade para segurar objetos).
Desta forma ao sentir um ou mais desses sintomas, deverão se dirigir à Unidade de saúde. Importante ressaltar a urgencia na procura do atendimento para o diagnostico, pois assim o quanto antes iniciar o tratamento, as sequelas que os sinais e sintomas trazem serão menores. Os casos confirmados terão tratamento gratuito e começará imediatamente, podendo durar de 6 meses a um ano.
Os familiares que convivem na mesma residência com uma pessoa infectado também deverão fazer os exames, e se necessário tomar medicação.
O que é Hanseníase?
A hanseníase é uma doença infecciosa e contagiosa causada por um bacilo denominado Mycobacterium leprae. A hanseníase não é hereditária e sua evolução depende de características do sistema imunológico da pessoa que foi infectada.
Tratamento de Hanseníase
A hanseníase tem cura. O tratamento é feito nas unidades de saúde e é gratuito. A cura é mais fácil e rápida quanto mais precoce for o diagnóstico. O tratamento da hanseníase é via oral, constituído pela associação de dois ou três medicamentos e é denominado poliquimioterapia.
Complicações possíveis
A transmissão da hanseníase é feita a partir de um bacilo chamado Mycobacterium leprae, um parasita intracelular que apresenta afinidade por células cutâneas e por células dos nervos periféricos.
Os pacientes de hanseníase sem tratamento eliminam os bacilos através do aparelho respiratório superior (secreções nasais, gotículas da fala, tosse, espirro). O paciente em tratamento regular ou que já recebeu alta não transmite. A maioria das pessoas que entram em contato com estes bacilos não desenvolvem a hanseníase. Somente um pequeno percentual, em torno de 5% de pessoas, adoecem. Fatores ligados à genética humana são responsáveis pela resistência (não adoecem) ou suscetibilidade (adoecem). O período de incubação da hanseníase é bastante longo, variando de três a cinco anos.
Prevenção
É importante que se divulgue junto à população os sinais e sintomas da hanseníase e a existência de tratamento e cura, através de todos os meios de comunicação. A prevenção da hanseníase baseia-se no exame dermato-neurológico e aplicação da vacina BCG em todas as pessoas que compartilham o mesmo domicílio com o portador da doença.
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